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REFORMA TRIBUTÁRIA: FLUXO DE CAIXA DAS EMPRESAS SERÁ ALTAMENTE IMPACTADO, SEGUNDO ESPECIALISTA

8 de abril de 2025

Saiba como se preparar para as mudanças e garantir a conformidade com o novo modelo de tributação.

A Reforma Tributária promete transformar profundamente o cenário tributário brasileiro, afetando diretamente os negócios e a gestão financeira das empresas. Baseada no modelo de Imposto sobre Valor Agregado (IVA), já adotado por mais de 175 países, a reforma muda a forma de cobrança, recolhimento e pagamento de tributos, impactando fortemente a precificação de produtos e serviços e o fluxo de caixa empresarial.

Atualmente, os tributos se acumulam em cada etapa da cadeia produtiva. Com o novo modelo, o imposto incidirá apenas sobre o valor agregado em cada operação, promovendo maior transparência e previsibilidade. No entanto, essa transição, prevista para ocorrer entre 2026 e 2032, trará desafios significativos para as empresas.

“A Reforma Tributária não é apenas uma mudança na forma de tributação, mas uma verdadeira transformação nos negócios das empresas. As organizações precisarão se adaptar para garantir conformidade e evitar impactos negativos em seu fluxo de caixa”, afirma Graziele França, especialista contábil da WK, empresa especializada em ERP e gestão de negócios.

O que muda com a reforma?

A nova sistemática impactará diretamente:

  • A forma de recolher tributos;
  • A composição de preços de produtos e serviços;
  • O fim da guerra fiscal entre estados e municípios;
  • A extinção de incentivos fiscais;
  • O fluxo de caixa e a gestão financeira empresarial.

Para garantir uma transição segura, Graziele destaca a importância de conhecer o novo modelo de tributação adotado pelo Brasil, analisar o contexto e cenário que seu negócio está inserido e prever possíveis impactos negativos, assim como um planejamento tributário estruturado e o uso de sistemas de gestão integrados e seguros.

Três pilares da nova tributação

Graziele afirma que o novo modelo tributário se baseia em três pontos principais:

  • Split Payment: a implementação do pagamento fracionado dos tributos diretamente na fonte, reduzindo a evasão fiscal e exigindo maior controle financeiro.
  • Créditos tributários: as novas regras para aproveitamento de créditos fiscais impactarão o fluxo de caixa das empresas, exigindo uma revisão estratégica.
  • Fim dos benefícios fiscais: a eliminação gradual dos incentivos vigentes demandará novas estratégias de competitividade empresarial.

“Estamos diante de um momento histórico para o sistema tributário brasileiro. Nenhuma empresa pode ignorar essa transição, porque ela afetará de alguma forma os negócios das empresas e toda a gestão financeira. É essencial que as organizações se antecipem e contem com ferramentas confiáveis para essa adaptação”, reforça Graziele França.

Com informações da WK

FONTE: CONTÁBEIS – POR ELAINE ANTUNES

 

 

 

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