{"id":66432,"date":"2026-08-13T12:40:38","date_gmt":"2026-08-13T15:40:38","guid":{"rendered":"https:\/\/bonettiassociados.com.br\/?p=66432"},"modified":"2026-08-13T12:41:00","modified_gmt":"2026-08-13T15:41:00","slug":"pejotizacao-em-transformacao-o-que-as-empresas-precisam-fazer-antes-que-o-stf-decida-o-tema-1-389","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bonettiassociados.com.br\/index.php\/2026\/08\/13\/pejotizacao-em-transformacao-o-que-as-empresas-precisam-fazer-antes-que-o-stf-decida-o-tema-1-389\/","title":{"rendered":"PEJOTIZA\u00c7\u00c3O EM TRANSFORMA\u00c7\u00c3O: O QUE AS EMPRESAS PRECISAM FAZER ANTES QUE O STF DECIDA O TEMA 1.389"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">O STF caminha para fixar par\u00e2metros nacionais para a contrata\u00e7\u00e3o de prestadores de servi\u00e7o via PJ, a chamada &#8216;pejotiza\u00e7\u00e3o&#8217;, no julgamento do Tema 1.389. Para as empresas, no entanto, o risco j\u00e1 mudou e vai muito al\u00e9m da esfera trabalhista.<\/span><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\"><strong>\u00a0<\/strong><\/span><!--more--><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\"><strong>O que est\u00e1 em jogo no Tema 1.389<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Por anos, a discuss\u00e3o sobre pejotiza\u00e7\u00e3o esteve concentrada na caracteriza\u00e7\u00e3o (ou n\u00e3o) do v\u00ednculo de emprego. Hoje o cen\u00e1rio \u00e9 mais complexo. Enquanto o STF dever\u00e1 definir, no Tema 1.389, quest\u00f5es envolvendo a licitude da contrata\u00e7\u00e3o de pessoas jur\u00eddicas, a compet\u00eancia da Justi\u00e7a do Trabalho e a distribui\u00e7\u00e3o do \u00f4nus da prova, as empresas enfrentam, simultaneamente, os efeitos da reforma tribut\u00e1ria, o aumento da fiscaliza\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria e previdenci\u00e1ria e o fortalecimento das pr\u00e1ticas de compliance trabalhista.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Nesse contexto, a pergunta deixou de ser &#8220;posso contratar um PJ?&#8221; e passou a ser &#8220;como estruturar um modelo contratual sustent\u00e1vel sob as perspectivas trabalhista, tribut\u00e1ria, previdenci\u00e1ria e regulat\u00f3ria?&#8221;.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Embora o Tema 1.389 costume ser apresentado como uma disputa CLT x PJ, isto \u00e9, quando se discute se aquela contrata\u00e7\u00e3o via pessoa jur\u00eddica \u00e9 l\u00edcita ou se est\u00e1 mascarando, na verdade, uma rela\u00e7\u00e3o de emprego, ele possui alcance maior. Entre as quest\u00f5es submetidas ao STF est\u00e3o em discuss\u00e3o:<\/span><\/p>\n<ul style=\"text-align: justify;\">\n<li><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Licitude da contrata\u00e7\u00e3o de pessoas jur\u00eddicas;<\/span><\/li>\n<li><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Limites da autonomia privada;<\/span><\/li>\n<li><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Compet\u00eancia da Justi\u00e7a do Trabalho;<\/span><\/li>\n<li><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Distribui\u00e7\u00e3o do \u00f4nus da prova;<\/span><\/li>\n<li><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Crit\u00e9rios para identifica\u00e7\u00e3o de fraude.<\/span><\/li>\n<\/ul>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-66433 alignright\" src=\"http:\/\/bonettiassociados.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/Imagem1-5.png\" alt=\"\" width=\"419\" height=\"1017\" srcset=\"https:\/\/bonettiassociados.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/Imagem1-5.png 232w, https:\/\/bonettiassociados.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/Imagem1-5-124x300.png 124w\" sizes=\"(max-width: 419px) 100vw, 419px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\"><strong>At\u00e9 o fechamento desta edi\u00e7\u00e3o, o julgamento de m\u00e9rito pelo Plen\u00e1rio n\u00e3o tem data confirmada para retomada e o pedido de vista da ministra C\u00e1rmen L\u00facia segue pendente de devolu\u00e7\u00e3o.<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\"><strong>Como o STF vem decidindo, na pr\u00e1tica<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Enquanto aguarda o julgamento definitivo, o STF n\u00e3o tem ficado inerte. Por meio de reclama\u00e7\u00f5es constitucionais, tem cassado, em grande volume, decis\u00f5es da Justi\u00e7a do Trabalho que reconheceram v\u00ednculo em contrata\u00e7\u00f5es via pessoa jur\u00eddica, deslocando a compet\u00eancia para a justi\u00e7a comum. Foram mais de 400 decis\u00f5es nesse sentido, entre 2021 e 2026, segundo levantamentos independentes.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Nessas decis\u00f5es, via de regra, a Corte n\u00e3o reexamina, caso a caso, os elementos caracterizadores da rela\u00e7\u00e3o de emprego previstos no art. 3\u00ba da CLT (pessoalidade, n\u00e3o eventualidade, onerosidade e subordina\u00e7\u00e3o ). O fundamento decis\u00f3rio costuma se apoiar na exist\u00eancia formal de contrato civil ou comercial e na interpreta\u00e7\u00e3o ampliativa que a Corte vem conferindo aos Temas 725 (terceiriza\u00e7\u00e3o).<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">O Tema 725 tem origem no julgamento conjunto da ADPF 324 e do RE 958.252 (2018), no qual o STF firmou a tese de que \u00e9 l\u00edcita a terceiriza\u00e7\u00e3o, ou qualquer outra forma de divis\u00e3o do trabalho entre pessoas jur\u00eddicas distintas, inclusive quanto \u00e0 atividade-fim da empresa tomadora, mantida a responsabilidade subsidi\u00e1ria da contratante. Fixada originalmente para contratos de terceiriza\u00e7\u00e3o entre empresas, essa tese vem sendo invocada, por analogia, tamb\u00e9m em casos de contrata\u00e7\u00e3o individual via PJ, tratando o prestador (pessoa f\u00edsica constitu\u00edda como pessoa jur\u00eddica), como mais um elo dessa &#8220;divis\u00e3o do trabalho entre pessoas jur\u00eddicas distintas&#8221;, o que tem servido de fundamento para afastar o reconhecimento do v\u00ednculo sem um novo exame dos requisitos do art. 3\u00ba da CLT no caso concreto.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">A Justi\u00e7a do Trabalho, por sua vez, ao julgar pedidos de reconhecimento de v\u00ednculo, tradicionalmente aplica o princ\u00edpio da primazia da realidade: examina a din\u00e2mica concreta da presta\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os e verifica se est\u00e3o presentes, no caso concreto, os requisitos do art. 3\u00ba da CLT, independentemente da roupagem contratual adotada pelas partes.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Esse descompasso refor\u00e7a um alerta pr\u00e1tico: seguran\u00e7a jur\u00eddica n\u00e3o se constr\u00f3i apenas com a &#8220;blindagem formal&#8221; do contrato, mas com a consist\u00eancia entre o que est\u00e1 escrito e o que efetivamente ocorre na presta\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\"><strong>Reforma tribut\u00e1ria: Um novo componente de risco<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">A reforma tribut\u00e1ria tamb\u00e9m altera o contexto da pejotiza\u00e7\u00e3o. Ainda que seu objetivo n\u00e3o seja disciplinar rela\u00e7\u00f5es de trabalho, o novo modelo tribut\u00e1rio amplia a digitaliza\u00e7\u00e3o, a padroniza\u00e7\u00e3o documental e o compartilhamento de informa\u00e7\u00f5es entre contribuintes e Administra\u00e7\u00f5es tribut\u00e1rias, aumentando a transpar\u00eancia das opera\u00e7\u00f5es e a capacidade de cruzamento de dados. Nesse cen\u00e1rio, estruturas contratuais que n\u00e3o reflitam adequadamente a realidade operacional podem ficar mais expostas a questionamentos fiscais, previdenci\u00e1rios e trabalhistas.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\"><strong>O risco deixou de ser analisado apenas sob a \u00f3tica trabalhista. Estruturas de contrata\u00e7\u00e3o sem subst\u00e2ncia econ\u00f4mica compat\u00edvel com a realidade operacional podem gerar, simultaneamente, passivos trabalhistas e previdenci\u00e1rios, discuss\u00f5es tribut\u00e1rias, alega\u00e7\u00f5es de fraude, impactos reputacionais, apontamentos em auditorias e due diligences, al\u00e9m de preocupa\u00e7\u00f5es de investidores e \u00e1reas de compliance. O passivo potencial deixa de ser exclusivamente jur\u00eddico e passa a integrar a agenda de governan\u00e7a corporativa.<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Assim, uma contrata\u00e7\u00e3o, que em an\u00e1lise isolada, pare\u00e7a adequada sob determinado enfoque jur\u00eddico poder\u00e1 gerar questionamentos tribut\u00e1rios ou previdenci\u00e1rios, se n\u00e3o houver consist\u00eancia documental e operacional.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\"><strong>A precariza\u00e7\u00e3o continua no centro do debate<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Independentemente do desfecho do Tema 1.389, no STF, \u00e9 improv\u00e1vel que desapare\u00e7a a preocupa\u00e7\u00e3o institucional com a utiliza\u00e7\u00e3o abusiva da pejotiza\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Minist\u00e9rio P\u00fablico do Trabalho, Minist\u00e9rio do Trabalho e Emprego, magistrados, entidades sindicais e parte da doutrina continuam sustentando que determinadas estruturas podem representar formas de precariza\u00e7\u00e3o do trabalho quando utilizadas para substituir rela\u00e7\u00f5es de emprego, sem altera\u00e7\u00e3o efetiva da din\u00e2mica da presta\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Essa preocupa\u00e7\u00e3o ganhou refor\u00e7o institucional recente, em 6\/8\/26, quando o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, declarou publicamente esperar que o STF n\u00e3o adote entendimento que enfraque\u00e7a a prote\u00e7\u00e3o da CLT. Segundo o ministro, a cr\u00edtica n\u00e3o se dirige \u00e0s rela\u00e7\u00f5es leg\u00edtimas entre empresas, mas ao uso de contratos PJ para fraudar a legisla\u00e7\u00e3o trabalhista, o que, em sua avalia\u00e7\u00e3o, compromete o financiamento da Previd\u00eancia, do FGTS e do FAT.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Por outro lado, tamb\u00e9m \u00e9 crescente o reconhecimento de que existem atividades altamente qualificadas e modelos de neg\u00f3cios em que a contrata\u00e7\u00e3o empresarial entre pessoas jur\u00eddicas representa op\u00e7\u00e3o leg\u00edtima, compat\u00edvel com a autonomia das partes. O desafio est\u00e1 justamente em distinguir uma situa\u00e7\u00e3o da outra.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\"><strong>Cinco perguntas que toda empresa deveria responder<\/strong><\/span><\/p>\n<ol style=\"text-align: justify;\">\n<li><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Existe autonomia econ\u00f4mica real?<\/span><\/li>\n<li><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">O prestador possui efetiva organiza\u00e7\u00e3o empresarial?<\/span><\/li>\n<li><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">H\u00e1 possibilidade concreta de atua\u00e7\u00e3o para outros clientes?<\/span><\/li>\n<li><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">O contrato reflete a realidade operacional?<\/span><\/li>\n<li><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">A documenta\u00e7\u00e3o produzida seria suficiente para demonstrar a aus\u00eancia dos requisitos do v\u00ednculo empregat\u00edcio?<\/span><\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Se alguma dessas respostas gerar inseguran\u00e7a, o modelo provavelmente merece revis\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\"><strong>Recomenda\u00e7\u00f5es pr\u00e1ticas<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Independentemente do desfecho do Tema 1.389, empresas podem reduzir significativamente seus riscos com revis\u00e3o preventiva das estruturas de contrata\u00e7\u00e3o. Entre as medidas mais recomendadas:<\/span><\/p>\n<ul style=\"text-align: justify;\">\n<li><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Diagn\u00f3stico das contrata\u00e7\u00f5es PJ existentes, com identifica\u00e7\u00e3o de riscos e prioriza\u00e7\u00e3o de corre\u00e7\u00f5es;<\/span><\/li>\n<li><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Elabora\u00e7\u00e3o de matriz de risco trabalhista, tribut\u00e1rio e previdenci\u00e1rio, por categoria de contrata\u00e7\u00e3o;<\/span><\/li>\n<li><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Revis\u00e3o dos contratos e dos fluxos operacionais, adequando-os \u00e0s melhores pr\u00e1ticas jur\u00eddicas;<\/span><\/li>\n<li><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Estrutura\u00e7\u00e3o de governan\u00e7a para contrata\u00e7\u00e3o de prestadores, com crit\u00e9rios objetivos e controles internos para ado\u00e7\u00e3o de modelos CLT, aut\u00f4nomo, PJ ou terceiriza\u00e7\u00e3o;<\/span><\/li>\n<li><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Capacita\u00e7\u00e3o e treinamento de RH e gestores, em especial, quanto \u00e0s condutas que fragilizam a autonomia do prestador;<\/span><\/li>\n<li><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Alinhamento entre RH, jur\u00eddico, fiscal e compras;<\/span><\/li>\n<li><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Avalia\u00e7\u00e3o dos impactos fiscais das contrata\u00e7\u00f5es PJ \u00e0 luz da reforma tribut\u00e1ria.<\/span><\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Nenhuma dessas provid\u00eancias elimina o risco por completo, mas o transforma em um risco gerenci\u00e1vel. Mais do que discutir a validade abstrata da pejotiza\u00e7\u00e3o, o momento exige capacidade da empresa de demonstrar que cada modelo de contrata\u00e7\u00e3o foi escolhido de forma consciente e provar, com fatos e documentos, a realidade compat\u00edvel com a da presta\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\"><strong>A preven\u00e7\u00e3o tende a ser significativamente menos onerosa do que administrar passivos trabalhistas, tribut\u00e1rios e reputacionais ap\u00f3s anos de utiliza\u00e7\u00e3o de estruturas pouco consistentes.<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\"><strong>FONTE: MIGALHAS &#8211; POR ANA L\u00daCIA PINKE RIBEIRO DE PAIVA E ALEXANDRA ROSMAN SCARAMEL<\/strong><\/span><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O STF caminha para fixar par\u00e2metros nacionais para a contrata\u00e7\u00e3o [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"footnotes":"","_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false}}},"categories":[2],"tags":[],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/paFpWR-hhu","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/bonettiassociados.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/66432"}],"collection":[{"href":"https:\/\/bonettiassociados.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/bonettiassociados.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bonettiassociados.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bonettiassociados.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=66432"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/bonettiassociados.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/66432\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":66437,"href":"https:\/\/bonettiassociados.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/66432\/revisions\/66437"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/bonettiassociados.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=66432"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/bonettiassociados.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=66432"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/bonettiassociados.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=66432"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}