{"id":57836,"date":"2025-12-08T10:22:41","date_gmt":"2025-12-08T13:22:41","guid":{"rendered":"https:\/\/bonettiassociados.com.br\/?p=57836"},"modified":"2025-12-08T10:22:41","modified_gmt":"2025-12-08T13:22:41","slug":"depois-de-decisao-do-tcu-pgfn-limita-uso-de-prejuizo-fiscal-em-transacoes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bonettiassociados.com.br\/index.php\/2025\/12\/08\/depois-de-decisao-do-tcu-pgfn-limita-uso-de-prejuizo-fiscal-em-transacoes\/","title":{"rendered":"DEPOIS DE DECIS\u00c3O DO TCU, PGFN LIMITA USO DE PREJU\u00cdZO FISCAL EM TRANSA\u00c7\u00d5ES"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Entendimento, que incomodou PGFN e tributaristas, j\u00e1 foi judicializado. Pelo menos uma liminar afasta o posicionamento.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><!--more--><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Em meio a um embate com o Tribunal de Contas da Uni\u00e3o (TCU), a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) decidiu limitar o uso de preju\u00edzo fiscal em transa\u00e7\u00f5es tribut\u00e1rias sempre que a aplica\u00e7\u00e3o desses cr\u00e9ditos, somada aos descontos, resultar em redu\u00e7\u00e3o superior a 65% da d\u00edvida ou atingir o valor principal do tributo. A medida foi tomada ap\u00f3s o TCU apontar falta de transpar\u00eancia na realiza\u00e7\u00e3o de transa\u00e7\u00f5es e ren\u00fancia de receitas com o uso de preju\u00edzo fiscal e base negativa de CSLL. O \u00f3rg\u00e3o tamb\u00e9m defendeu que o uso de preju\u00edzo como forma de \u201cdesconto\u201d deve estar submetido ao teto global de 65%.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">A suspens\u00e3o foi lamentada por contribuintes, que apoiam a transa\u00e7\u00e3o como uma forma efetiva e menos onerosa de encerramento de lit\u00edgios tribut\u00e1rios. A decis\u00e3o do TCU incomodou a PGFN, que em recurso deve defender que o uso de preju\u00edzo fiscal \u00e9 leg\u00edtimo, gera atratividade para a transa\u00e7\u00e3o, evita a fal\u00eancia da empresa e garante o recolhimento integral de IRPJ e CSLL nos anos subsequentes.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">O entendimento do TCU j\u00e1 foi judicializado. O JOTA identificou pelo menos uma liminar afastando a limita\u00e7\u00e3o no uso de preju\u00edzo fiscal.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\"><strong>Descontos al\u00e9m do limite legal<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">As discord\u00e2ncias do TCU em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 transa\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria surgiram ap\u00f3s o \u00f3rg\u00e3o realizar auditoria para auferir a \u201clegalidade, efici\u00eancia e equidade\u201d do instrumento. Entre outros pontos, o tribunal apontou que o uso de preju\u00edzos fiscais levou \u00e0 concess\u00e3o de descontos al\u00e9m do limite legal, o que fez com que R$ 3,81 bilh\u00f5es deixassem de entrar nos cofres p\u00fablicos. Para o \u00f3rg\u00e3o, o uso do instrumento pode levar \u00e0 socializa\u00e7\u00e3o do preju\u00edzo dos contribuintes com toda a sociedade e resultar em ren\u00fancia fiscal\u201d.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Para o tribunal, falta transpar\u00eancia da PGFN na condu\u00e7\u00e3o das transa\u00e7\u00f5es. \u201cN\u00e3o \u00e9 demonstrado de forma clara e transparente o impacto efetivo das transa\u00e7\u00f5es tribut\u00e1rias nos valores devidos, nem a propor\u00e7\u00e3o dos descontos concedido sem rela\u00e7\u00e3o ao montante original\u201d, consta no documento.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">O TCU tamb\u00e9m aponta defici\u00eancia de governan\u00e7a entre os atores respons\u00e1veis pela realiza\u00e7\u00e3o das transa\u00e7\u00f5es, j\u00e1 que PGFN e Receita n\u00e3o possuem diretrizes unificadas, \u201cgerando inconsist\u00eancias na aplica\u00e7\u00e3o das transa\u00e7\u00f5es\u201d. Ainda, os \u00f3rg\u00e3os n\u00e3o possuem um fluxo de troca de informa\u00e7\u00f5es.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Entre outros pontos, o TCU considerou que a redu\u00e7\u00e3o de d\u00e9bitos a patamares superiores a 65% pode violar a lei das transa\u00e7\u00f5es (<strong>13.988\/2020<\/strong>) e a <strong>Lei de Responsabilidade Fiscal<\/strong>. Na pr\u00e1tica, segundo especialistas, o TCU passou a tratar preju\u00edzo fiscal e base de c\u00e1lculo negativa como se fossem um \u201cdesconto adicional\u201d e, portanto, sua utiliza\u00e7\u00e3o, somada aos descontos tradicionais da transa\u00e7\u00e3o, n\u00e3o poderia resultar em uma redu\u00e7\u00e3o superior a 65% do valor da d\u00edvida.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Pela Lei 13.988\/2020, que instituiu a transa\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria, os descontos t\u00eam limite de at\u00e9 65%, enquanto o uso de preju\u00edzo fiscal e base negativa s\u00e3o mecanismo aut\u00f4nomo, que pode alcan\u00e7ar at\u00e9 70% do saldo remanescente ap\u00f3s os descontos. O ac\u00f3rd\u00e3o do TCU, por\u00e9m, unificou os dois instrumentos e criou um teto \u00fanico.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Em nota, a PGFN, que afirmou discordar do entendimento, disse considerar a decis\u00e3o potencialmente prejudicial \u00e0 pol\u00edtica p\u00fablica de transa\u00e7\u00e3o, e que apresentar\u00e1 recurso. Ainda assim, decidiu adotar a limita\u00e7\u00e3o provisoriamente, \u201ccomo sinal de respeito \u00e0 Corte de Contas\u201d.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\"><strong>Confus\u00e3o<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">A decis\u00e3o do TCU incomodou a PGFN. De acordo com um integrante da procuradoria ouvido pelo JOTA, o uso de preju\u00edzo fiscal, al\u00e9m de possibilitar o pagamento do d\u00e9bito, evita que empresas entrem em recupera\u00e7\u00e3o judicial ou decretem fal\u00eancia.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">De acordo com o interlocutor, o TCU fez uma confus\u00e3o ao comparar o uso de preju\u00edzo fiscal ao desconto m\u00e1ximo de 65% estipulado pela lei.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Por fim, o uso de preju\u00edzo fiscal e base negativa garante o recolhimento integral de IRPJ e CSLL nos anos subsequentes. Isso porque, pelas regras atuais, os contribuintes com resultados positivos podem usar preju\u00edzo fiscal e base negativa de CSLL para abater parte dos tributos a serem recolhidos.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\"><strong>Limita\u00e7\u00e3o inexistente<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">O entendimento do tribunal de contas tamb\u00e9m desagradou especialistas. Para tributaristas, ao fazer isso, o TCU introduziu uma limita\u00e7\u00e3o que n\u00e3o existe na legisla\u00e7\u00e3o e impacta especialmente empresas em recupera\u00e7\u00e3o judicial, uma vez que dependem dessa combina\u00e7\u00e3o (de descontos e preju\u00edzo fiscal) para viabilizar a regulariza\u00e7\u00e3o de passivos tribut\u00e1rios.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Segundo a advogada Tha\u00eds Folgosi Fran\u00e7oso, do Fernandes, Figueiredo, Fran\u00e7oso e Petros Advogados, a quest\u00e3o deve acabar judicializada para que se esclare\u00e7a qual \u00e9 o real limite da lei da transa\u00e7\u00e3o, um movimento que, segundo ela, vai na contram\u00e3o da pr\u00f3pria l\u00f3gica da transa\u00e7\u00e3o, que \u00e9 justamente evitar lit\u00edgios. Ela afirma que o impacto \u00e9 particularmente significativo para empresas em recupera\u00e7\u00e3o judicial, que dependem do uso de preju\u00edzo fiscal para viabilizar seus planos de pagamento. Para Folgosi, o cen\u00e1rio atual coloca em risco a pr\u00f3pria efetividade da transa\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria, j\u00e1 que n\u00e3o \u00e9 vantajoso para nenhuma das partes e pode, inclusive, \u201climitar a arrecada\u00e7\u00e3o\u201d.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">J\u00e1 a advogada Mary Elbe Queiroz, presidente do Centro Nacional para a Preven\u00e7\u00e3o e Resolu\u00e7\u00e3o de Conflitos Tribut\u00e1rios (Cenapret), salienta que o pr\u00f3prio documento do TCU destaca os n\u00fameros positivos relacionados \u00e0 transa\u00e7\u00e3o, mas questiona a efetividade do instrumento. \u201cA transa\u00e7\u00e3o \u00e9 um instrumento que permite o reequil\u00edbrio econ\u00f4mico e financeiro das empresas, para que elas possam operar, gerar emprego e renda e pagar mais imposto\u201d, defende.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Em nota, um conjunto de 19 entidades ligadas ao direito tribut\u00e1rio salientou que &#8220;a inseguran\u00e7a jur\u00eddica gerada por interpreta\u00e7\u00f5es restritivas do TCU pode levar \u00e0 fragmenta\u00e7\u00e3o ou descontinuidade da transa\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria&#8221;. Ainda, consta no documento que &#8220;tratar o PF\/BCN [preju\u00edzo fiscal e base negativa de CSLL] como desconto n\u00e3o \u00e9 adequado. Trata-se de um direito l\u00edquido e certo do contribuinte, uma &#8220;moeda&#8221;, que a lei autorizou excepcionalmente para extinguir d\u00e9bitos irrecuper\u00e1veis ou de dif\u00edcil recupera\u00e7\u00e3o&#8221;.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\"><strong>Liminar afasta entendimento do TCU<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">A interpreta\u00e7\u00e3o do TCU j\u00e1 come\u00e7ou a ser contestada no Judici\u00e1rio: a Justi\u00e7a Federal no Rio de Janeiro <strong>concedeu liminar<\/strong> \u00e0 empresa Bluecom determinando que a PGFN n\u00e3o aplique o entendimento do TCU. Para o juiz, a lei 13.988\/2020 autoriza o uso de preju\u00edzo fiscal at\u00e9 70% do saldo remanescente ap\u00f3s os descontos e n\u00e3o prev\u00ea limite cumulativo entre os institutos.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">A decis\u00e3o afirma ainda que a interpreta\u00e7\u00e3o do TCU imp\u00f5e \u201crestri\u00e7\u00e3o n\u00e3o prevista em lei\u201d e, assim como defendeu o contribuinte, pode gerar impactos econ\u00f4micos e sociais graves, al\u00e9m de inviabilizar a efetividade da transa\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria. Com isso, decidiu o juiz, a PGFN dever\u00e1 analisar a proposta de transa\u00e7\u00e3o da empresa nos termos da lei, reconhecendo o direito ao uso de preju\u00edzo fiscal \u201csem restri\u00e7\u00e3o cumulativa\u201d. Tratou-se de um pedido da Bluecom, que est\u00e1 em recupera\u00e7\u00e3o judicial.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">O advogado do contribuinte, Thiago Taborda Sim\u00f5es, do TSA Advogados, afirmou ao JOTA que o parecer do TCU \u201ctem uma falha de interpreta\u00e7\u00e3o legal&#8221;, porque o preju\u00edzo fiscal \u00e9 um ativo usado para pagar o d\u00e9bito, e n\u00e3o um desconto\u201d, o que, para ele, est\u00e1 expresso na lei.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Sim\u00f5es explicou que, assim que o TCU publicou o ac\u00f3rd\u00e3o, decidiu ajuizar o mandado de seguran\u00e7a para evitar que as negocia\u00e7\u00f5es da empresa, j\u00e1 em fase final com a PGFN, fossem inviabilizadas. A companhia, segundo ele, participa de uma transa\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria individual que supera os R$ 10 milh\u00f5es.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">O advogado tamb\u00e9m afirmou que o impacto da medida \u00e9 especialmente grave no contexto de reestrutura\u00e7\u00f5es empresariais. Segundo explicou, \u00e9 comum que empresas em recupera\u00e7\u00e3o judicial busquem a transa\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria para regularizar sua situa\u00e7\u00e3o fiscal e, assim, viabilizar a homologa\u00e7\u00e3o de seus planos de reestrutura\u00e7\u00e3o. Com a limita\u00e7\u00e3o imposta pelo TCU, por\u00e9m, essas companhias deixam de conseguir pagar os valores negociados e \u201cfica imposs\u00edvel uma recupera\u00e7\u00e3o judicial\u201d, afirmou, observando que a redu\u00e7\u00e3o dos benef\u00edcios compromete a capacidade de pagamento de empresas j\u00e1 fragilizadas.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\"><strong>FONTE: JOTA &#8211; B\u00c1RBARA MENGARDO E DIANE BIKEL<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\"><strong>\u00a0<\/strong><\/span><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Entendimento, que incomodou PGFN e tributaristas, j\u00e1 foi judicializado. 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