{"id":54913,"date":"2025-09-03T10:55:41","date_gmt":"2025-09-03T13:55:41","guid":{"rendered":"https:\/\/bonettiassociados.com.br\/?p=54913"},"modified":"2025-09-03T10:55:41","modified_gmt":"2025-09-03T13:55:41","slug":"por-que-o-efeito-liquido-zero-nao-impede-a-exclusao-no-lalur-lacs","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bonettiassociados.com.br\/index.php\/2025\/09\/03\/por-que-o-efeito-liquido-zero-nao-impede-a-exclusao-no-lalur-lacs\/","title":{"rendered":"POR QUE O &#8216;EFEITO L\u00cdQUIDO ZERO&#8217; N\u00c3O IMPEDE A EXCLUS\u00c3O NO LALUR\/LACS"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Nos \u00faltimos anos, a interpreta\u00e7\u00e3o da Receita Federal sobre a tributa\u00e7\u00e3o de benef\u00edcios fiscais de ICMS, especialmente ap\u00f3s o julgamento do Tema 1.182 pelo STJ, tem gerado debates acalorados. Em diversas a\u00e7\u00f5es fiscais, auditores t\u00eam sustentado que benef\u00edcios diversos do cr\u00e9dito presumido tem \u201cefeito l\u00edquido zero\u201d na DRE, n\u00e3o havendo o que se excluir no Lalur\/Lacs, sob pena de duplicidade.<\/span><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\"><strong>\u00a0<\/strong><\/span><!--more--><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">A despeito de n\u00e3o se pretender discutir aqui que, sim, redu\u00e7\u00e3o de base de c\u00e1lculo e isen\u00e7\u00e3o de ICMS resultam em acr\u00e9scimo patrimonial, a interpreta\u00e7\u00e3o perpetrada pela Receita desvirtua a decis\u00e3o vinculante do STJ e ignora tanto a estrutura normativa da LC 160\/2017 e da Lei 12.973\/2014 quanto \u00e0 materialidade cont\u00e1bil das subven\u00e7\u00f5es, como se demonstrar\u00e1 a seguir.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\"><strong>Por que o \u2018efeito l\u00edquido zero\u2019 n\u00e3o afasta a exclus\u00e3o das subven\u00e7\u00f5es<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">A fiscaliza\u00e7\u00e3o vem alegando que os benef\u00edcios de redu\u00e7\u00e3o da base de c\u00e1lculo e isen\u00e7\u00e3o possuem o efeito l\u00edquido nulo na DRE, inexistindo acr\u00e9scimo patrimonial a ser exclu\u00eddo a posteriori. Essa argumenta\u00e7\u00e3o falha pelos seguintes motivos:<\/span><\/p>\n<ul style=\"text-align: justify;\">\n<li><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">A apresenta\u00e7\u00e3o da subven\u00e7\u00e3o como grandeza negativa n\u00e3o elimina o direito ao ajuste fiscal;<\/span><\/li>\n<li><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">O artigo 10 da LC 160\/2017 e o art. 30 da Lei 12.973\/2014 s\u00e3o claros: o direito \u00e0 exclus\u00e3o independe de outros requisitos, bastando que seja observada a constitui\u00e7\u00e3o de reserva de incentivos fiscais e suas restri\u00e7\u00f5es de destina\u00e7\u00e3o.<\/span><\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\"><strong>O que realmente decidiu o STJ no Tema 1.182<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">A LC 160\/2017, em seu artigo 10, equiparou \u00e0s subven\u00e7\u00f5es para investimento \u00e0s diversas formas de benef\u00edcio de ICMS (redu\u00e7\u00e3o de base\/al\u00edquota, isen\u00e7\u00e3o, diferimento etc.). Essa equipara\u00e7\u00e3o n\u00e3o condiciona o tratamento tribut\u00e1rio \u00e0 forma de escritura\u00e7\u00e3o na DRE, mas \u00e0 constitui\u00e7\u00e3o da reserva de incentivos fiscais e suas restri\u00e7\u00f5es de destina\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Por sua vez, o artigo 30 da Lei 12.973\/2014 assegura o ajuste (via Lalur\/Lacs) para excluir do lucro real e da base da CSLL os valores de subven\u00e7\u00f5es para investimento, desde que haja constitui\u00e7\u00e3o da reserva de incentivos (vedada sua distribui\u00e7\u00e3o) e sejam observadas as finalidades legalmente previstas para os valores destinados \u00e0 reserva.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Logo, a pergunta juridicamente relevante n\u00e3o \u00e9 \u201ccomo a subven\u00e7\u00e3o transitou na DRE?\u201d, mas \u201cos requisitos legais (reserva e afeta\u00e7\u00e3o) foram cumpridos?\u201d. Se sim, a exclus\u00e3o \u00e9 devida.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Nesse sentido foi o entendimento da 1\u00aa Se\u00e7\u00e3o do STJ, que fixou, sob o rito dos recursos repetitivos, tr\u00eas premissas essenciais:<\/span><\/p>\n<ul style=\"text-align: justify;\">\n<li><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\"><strong>Admiss\u00e3o da exclus\u00e3o <\/strong>da base de c\u00e1lculo do IRPJ\/CSLL para benef\u00edcios de ICMS diversos do cr\u00e9dito presumido, <strong>chamados de benef\u00edcios negativos<\/strong>, desde que cumpridos os requisitos do artigo 10 da LC 160\/2017 e do artigo 30 da Lei 12.973\/2014;<\/span><\/li>\n<li><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\"><strong>Dispensa de prova <\/strong>de que o benef\u00edcio tenha sido concedido como est\u00edmulo \u00e0 implanta\u00e7\u00e3o ou expans\u00e3o do empreendimento;<\/span><\/li>\n<li><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\"><strong>Possibilidade de fiscaliza\u00e7\u00e3o <\/strong>para verificar se os valores foram usados em finalidade estranha \u00e0 viabilidade do empreendimento, sem criar exig\u00eancias adicionais.<\/span><\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Nada, absolutamente nada, portanto, condiciona o direito \u00e0 exist\u00eancia de \u201creceita positiva expl\u00edcita\u201d na DRE.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Conforme mencionado, o Tribunal diferenciou:<\/span><\/p>\n<ul style=\"text-align: justify;\">\n<li><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\"><strong>Grandezas positivas: <\/strong>cr\u00e9ditos presumidos de ICMS, com ingresso econ\u00f4mico direto;<\/span><\/li>\n<li><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\"><strong>Grandezas negativas:<\/strong> isen\u00e7\u00e3o, redu\u00e7\u00e3o de base\/al\u00edquota, diferimento etc., que representam desonera\u00e7\u00e3o e n\u00e3o se confundem com receita no sentido cl\u00e1ssico.<\/span><\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">O precedente repetitivo do STJ, portanto, consolidou o entendimento de que os valores correspondentes aos benef\u00edcios fiscais de ICMS diversos do cr\u00e9dito presumido constituem \u201cgrandezas negativas\u201d. Por sua pr\u00f3pria natureza, tais grandezas n\u00e3o transitam pelo resultado da empresa e, ainda assim, a Corte reconheceu a possibilidade de sua exclus\u00e3o da base de c\u00e1lculo do IRPJ e da CSLL, por expressa previs\u00e3o legal de benef\u00edcio fiscal federal que autoriza a retirada de grandezas negativas que n\u00e3o configuram receita.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Assim, afirmar que n\u00e3o h\u00e1 receita envolvida apenas refor\u00e7a a posi\u00e7\u00e3o j\u00e1 pacificada pelo STJ acerca do conceito de grandeza negativa. Afinal, que outro significado poderia ter essa express\u00e3o? Seria poss\u00edvel admitir que uma grandeza negativa aumente o resultado, como parece exigir a fiscaliza\u00e7\u00e3o?<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Se o distinguishing efetuado pelo STJ entre os cr\u00e9ditos presumidos de ICMS e demais benef\u00edcios fiscais foi justamente o fato de estes \u00faltimos constitu\u00edrem grandezas negativas, n\u00e3o h\u00e1 coer\u00eancia em exigir, para esses benef\u00edcios, que promovam aumento do resultado como condi\u00e7\u00e3o para a exclus\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Logo, a consequ\u00eancia pr\u00e1tica \u00e9 inequ\u00edvoca: a natureza cont\u00e1bil, seja positiva ou negativa, n\u00e3o condiciona o direito \u00e0 exclus\u00e3o. O ajuste no Lalur\/Lacs \u00e9 plenamente leg\u00edtimo sempre que atendidos os requisitos legais.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">\u00c9 importante destacar que, sem adentrar na discuss\u00e3o acerca da natureza jur\u00eddica do conceito de \u201cgrandeza negativa\u201d, o CARF j\u00e1 consolidou o entendimento de que, no caso de benef\u00edcios fiscais como isen\u00e7\u00e3o ou redu\u00e7\u00e3o de base de c\u00e1lculo, a \u00fanica exig\u00eancia para a sua exclus\u00e3o da base de c\u00e1lculo do IRPJ e da CSLL \u00e9 a efetiva constitui\u00e7\u00e3o da reserva de incentivos fiscais, nos termos da legisla\u00e7\u00e3o. Tal orienta\u00e7\u00e3o prestigia a literalidade da norma e a jurisprud\u00eancia do STJ, assegurando seguran\u00e7a jur\u00eddica e previsibilidade aos contribuintes.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">A t\u00edtulo de exemplo, vejamos:<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\"><em>Ac\u00f3rd\u00e3o n.\u00a0 9101-006.891 \u2013 CSRF \/ 1\u00aa Turma<\/em><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\"><em>O STJ em sede de recursos repetitivos nos RE\u2019s n\u00ba 1.945.110\/RS e n\u00ba 1.987.158 firmou tese de que a aferi\u00e7\u00e3o do cumprimento dos requisitos do art. 30 Lei n\u00ba 12.973\/2012 deve se restringir \u00e0 constitui\u00e7\u00e3o de reservas de incentivos, nos casos de outros tipos de benef\u00edcios fiscais dos ICMS, tais como redu\u00e7\u00e3o de base de c\u00e1lculo, redu\u00e7\u00e3o de al\u00edquota, isen\u00e7\u00e3o, diferimento (\u2026)<\/em><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\"><em>Ac\u00f3rd\u00e3o n. 1202-001.503 \u2013 1\u00aa Se\u00e7\u00e3o\/2\u00aa C\u00e2mara\/2\u00aa Turma Ordin\u00e1ria<\/em><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\"><em>A Primeira Se\u00e7\u00e3o do Superior Tribunal de Justi\u00e7a, em sede de embargos de diverg\u00eancia, teve a oportunidade de discutir uma dentre as esp\u00e9cies do g\u00eanero benef\u00edcios fiscais. Por ocasi\u00e3o do julgamento dos ERESP 1.517.492\/PR, a Primeira Se\u00e7\u00e3o entendeu que a esp\u00e9cie de favor fiscal de cr\u00e9dito presumido n\u00e3o estar\u00e1 inclu\u00edda na base de c\u00e1lculo do IRPJ e da CSLL, independente das altera\u00e7\u00f5es introduzidas pela LC. n\u00ba160\/2017 ao art. 30 da Lei 12.973\/2012. O STJ em sede de recursos repetitivos nos RE\u2019s n\u00ba 1.945.110\/RS e n\u00ba 1.987.158 firmou tese de que a aferi\u00e7\u00e3o do cumprimento dos requisitos do art. 30 Lei n\u00ba 12.973\/2012 deve se restringir \u00e0 constitui\u00e7\u00e3o de reservas de incentivos, nos casos de outros tipos de benef\u00edcios fiscais dos ICMS, tais como redu\u00e7\u00e3o de base de c\u00e1lculo, redu\u00e7\u00e3o de al\u00edquota, isen\u00e7\u00e3o, diferimento (\u2026).<\/em><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\"><strong>Conclus\u00e3o<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">A tentativa da Receita de condicionar a exclus\u00e3o \u00e0 apura\u00e7\u00e3o de receita positiva n\u00e3o encontra respaldo no Tema 1.182\/STJ nem na legisla\u00e7\u00e3o aplic\u00e1vel. Trata-se de leitura restritiva que ignora por completo o entendimento do STJ.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">A interpreta\u00e7\u00e3o correta, j\u00e1 reconhecida pelo STJ e pelo Carf, assegura que, cumpridos os requisitos legais, a exclus\u00e3o se aplique para as grandezas negativas, preservando a finalidade do regime de subven\u00e7\u00f5es e a seguran\u00e7a jur\u00eddica dos contribuintes.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\"><strong>FONTE: CONSULTOR JUR\u00cdDICO &#8211; POR JEAN ADRIANO<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\"><strong>\u00a0<\/strong><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nos \u00faltimos anos, a interpreta\u00e7\u00e3o da Receita Federal sobre a [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"footnotes":"","_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false}}},"categories":[2],"tags":[],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/paFpWR-ehH","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/bonettiassociados.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/54913"}],"collection":[{"href":"https:\/\/bonettiassociados.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/bonettiassociados.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bonettiassociados.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bonettiassociados.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=54913"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/bonettiassociados.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/54913\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":54914,"href":"https:\/\/bonettiassociados.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/54913\/revisions\/54914"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/bonettiassociados.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=54913"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/bonettiassociados.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=54913"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/bonettiassociados.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=54913"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}