{"id":368,"date":"2019-02-12T12:26:44","date_gmt":"2019-02-12T14:26:44","guid":{"rendered":"http:\/\/bonettiassociados.com.br\/?p=368"},"modified":"2019-02-12T12:26:44","modified_gmt":"2019-02-12T14:26:44","slug":"abuso-do-direito-penal-supremo-julgara-nesta-terca-feira-se-cabe-prisao-por-divida-de-icms-declarado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bonettiassociados.com.br\/index.php\/2019\/02\/12\/abuso-do-direito-penal-supremo-julgara-nesta-terca-feira-se-cabe-prisao-por-divida-de-icms-declarado\/","title":{"rendered":"ABUSO DO DIREITO PENAL &#8211; SUPREMO JULGAR\u00c1 NESTA TER\u00c7A-FEIRA SE CABE PRIS\u00c3O POR D\u00cdVIDA DE ICMS DECLARADO"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">1\u00aa Turma do STF julgar\u00e1 nesta ter\u00e7a-feira se cabe pris\u00e3o por d\u00edvida de ICMS declarado.<!--more--><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">A 1\u00aa Turma do Supremo Tribunal Federal julgar\u00e1, nesta ter\u00e7a-feira (12\/2), se o n\u00e3o pagamento de ICMS declarado \u00e9 crime. A pergunta a ser respondida \u00e9 se o Direito Penal pode alcan\u00e7ar a inadimpl\u00eancia e considerar crime de apropria\u00e7\u00e3o ind\u00e9bita a d\u00edvida fiscal de um empres\u00e1rio que reconhece ter um d\u00e9bito, mas n\u00e3o o quitou.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">A quest\u00e3o tem potencial de impactar v\u00e1rios setores da atividade econ\u00f4mica e, al\u00e9m disso, preocupa advogados e juristas, tanto criminalistas quanto tribut\u00e1rios. O colegiado deve fixar se \u00e9 aplic\u00e1vel pena \u00e0queles que se encontram nessa situa\u00e7\u00e3o. Se entender pela tese do Fisco, a corte estaria, segundo especialistas ouvidos pela ConJur, tomando uma decis\u00e3o desproporcional ao optar pelo Direito Penal como primeira, e n\u00e3o mais a \u00faltima, solu\u00e7\u00e3o para os problemas da sociedade.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Em artigo publicado na ConJur, os advogados Igor Mauler Santiago e Pierpaolo Cruz Bottini, que atuam no caso, criticam o uso da persecu\u00e7\u00e3o penal nas situa\u00e7\u00f5es em que h\u00e1 apenas uma d\u00edvida fiscal a ser paga. Crime h\u00e1, argumentam, quando o n\u00e3o pagamento vier acompanhado de fraude, sonega\u00e7\u00e3o, dissimula\u00e7\u00e3o ou omiss\u00e3o dolosa de obriga\u00e7\u00f5es acess\u00f3rias.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">&#8220;O consumidor n\u00e3o tem nenhuma obriga\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria (principal ou acess\u00f3ria), n\u00e3o mantendo rela\u00e7\u00e3o com o Fisco. O que o comerciante lhe cobra \u00e9 pre\u00e7o, no qual tende a incluir todos os seus custos: insumos, alugu\u00e9is, sal\u00e1rios etc., inclusive o custo tribut\u00e1rio. Ao deixar de pagar algum credor (como o locador do im\u00f3vel onde instalado), o empres\u00e1rio n\u00e3o desvia recursos do consumidor nem descumpre as obriga\u00e7\u00f5es deste, mas desatende aos seus pr\u00f3prios deveres. H\u00e1 um problema de ordem civil, e n\u00e3o penal&#8221;, explicam.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Recorrer \u00e0 pris\u00e3o por d\u00edvida de tributos, transformando o Direito Penal em instrumento de pol\u00edtica fiscal, \u00e9, segundo eles, pr\u00e1tica vedada pela Constitui\u00e7\u00e3o e por tratados internacionais dos quais o Brasil \u00e9 signat\u00e1rio, como a Conven\u00e7\u00e3o Americana sobre Direitos Humanos. Ou seja, para os casos em que o contribuinte reconhece a d\u00edvida, ainda que deixe de pag\u00e1-la, a arrecada\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria deve ser for\u00e7ada por meio da execu\u00e7\u00e3o fiscal, n\u00e3o da penal.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Igor Mauler Santiago e Pierpaolo Cruz Bottini citam ainda a S\u00famula 430 do Superior Tribunal de Justi\u00e7a, segundo a qual o mero inadimplemento de tributo n\u00e3o \u00e9 il\u00edcito pessoal apto a atrair a responsabilidade do administrador. &#8220;Como pode ser crime o que sequer \u00e9 il\u00edcito em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 pessoa (embora o seja, \u00e9 claro, para a empresa, ensejando a imposi\u00e7\u00e3o de multa)?&#8221;, questionam.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">O caso em debate<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Em agosto de 2018, por seis votos a tr\u00eas, os ministros da 3\u00aa Se\u00e7\u00e3o do STJ negaram Habeas Corpus de empres\u00e1rios que n\u00e3o pagaram valores declarados do tributo, depois de repass\u00e1-los aos clientes. Ao seguir o voto do relator, ministro Rogerio Schietti Cruz, a pr\u00e1tica foi considerada apropria\u00e7\u00e3o ind\u00e9bita tribut\u00e1ria, com pena de 6 meses a 2 anos, al\u00e9m de multa.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">At\u00e9 aquele momento, havia diverg\u00eancia entre as turmas da corte. Se, por um lado, os ministros da 5\u00aa Turma consideravam o ato crime, por outro, os da 6\u00aa decidiam em sentido oposto. Agora no STF, o caso est\u00e1 sob relatoria do ministro Lu\u00eds Roberto Barroso.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">O HC foi proposto ao STJ pela Defensoria P\u00fablica de Santa Catarina depois de o Tribunal de Justi\u00e7a do estado afastar senten\u00e7a com absolvi\u00e7\u00e3o sum\u00e1ria. No caso, o Fisco constatou que os denunciados apresentaram as declara\u00e7\u00f5es fiscais devidas, mas, em alguns meses de 2008, 2009 e 2010, n\u00e3o recolheram os valores apurados aos cofres p\u00fablicos. O montante foi inscrito em d\u00edvida ativa e n\u00e3o foi pago nem parcelado.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">A criminaliza\u00e7\u00e3o da inadimpl\u00eancia de ICMS \u00e9 tamb\u00e9m criticada pelo tributarista Rafael Pandolfo e pelo criminalista Andr\u00e9 Callegari. &#8220;Em primeiro lugar, o precedente parece ficar adstrito aos casos em que o ICMS foi repassado ao consumidor final e n\u00e3o recolhido pelo contribuinte. O crit\u00e9rio utilizado pela decis\u00e3o n\u00e3o abarcaria as hip\u00f3teses em que, por exemplo, a empresa se apropria de um cr\u00e9dito que depois \u00e9 contestado pelas fazendas estaduais. Nesse caso, a diverg\u00eancia sobre a interpreta\u00e7\u00e3o da legisla\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria e a controv\u00e9rsia sobre a exist\u00eancia de d\u00e9bito podem conferir outro contorno ao tema penal&#8221;, avaliam.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Para al\u00e9m disso, a consequ\u00eancia criminal, considerada severa por eles, n\u00e3o pode ter o cond\u00e3o de reduzir o direito ao contradit\u00f3rio e ao devido processo legal no Direito Tribut\u00e1rio. Isso ocorreria porque um julgador que n\u00e3o integra a administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica faria a primeira an\u00e1lise ap\u00f3s o processo administrativo, de modo que o direito de defesa por meio dos embargos \u00e0 execu\u00e7\u00e3o n\u00e3o seria apreciado, e as consequ\u00eancias criminais do mero inadimplemento j\u00e1 s\u00e3o deflagradas processualmente.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Por fim, eles defendem a diferencia\u00e7\u00e3o dos contribuintes que usam da inadimpl\u00eancia como estrat\u00e9gia concorrencial daqueles que simplesmente n\u00e3o pagaram o d\u00e9bito ou discordam da exist\u00eancia da obriga\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria e querem discuti-la judicialmente. Para ele, na maior parte dos casos, com exce\u00e7\u00e3o \u00e0 primeira hip\u00f3tese, n\u00e3o h\u00e1 indica\u00e7\u00e3o de elemento subjetivo que denote dolo ou sonega\u00e7\u00e3o dos contribuintes.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">&#8220;O julgamento parece n\u00e3o resistir o sistema axiol\u00f3gico inscrito na Constitui\u00e7\u00e3o, desde a presun\u00e7\u00e3o de inoc\u00eancia at\u00e9 o direito ao contradit\u00f3rio. A desconfort\u00e1vel e amea\u00e7adora condi\u00e7\u00e3o de r\u00e9us em a\u00e7\u00e3o penal constitui uma clara san\u00e7\u00e3o com vi\u00e9s arrecadat\u00f3rio que, espera-se, seja derrubada pelo STF. O Direito Penal n\u00e3o pode e n\u00e3o deve servir a esses fins&#8221;, enfatizam Pandolfo e Callegari.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">O advogado Jos\u00e9 Eduardo Toledo, fundador do escrit\u00f3rio Toledo Advogados e professor do Insper, afirma que o julgamento tem especial relev\u00e2ncia por representar uma virada de posi\u00e7\u00e3o do Judici\u00e1rio em rela\u00e7\u00e3o ao tema. &#8220;A import\u00e2ncia do caso \u00e9 enorme, por ser uma mudan\u00e7a radical de posicionamento do Judici\u00e1rio e vai deixar v\u00e1rios empres\u00e1rios bastante preocupados. N\u00e3o aqueles que s\u00e3o sonegadores, porque estes sequer informam o Fisco&#8221;, aponta.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">At\u00e9 o momento, o entendimento majorit\u00e1rio era que o ICMS uma vez declarado e n\u00e3o pago n\u00e3o configurava crime por n\u00e3o ter havido dolo, ou seja, n\u00e3o houve sonega\u00e7\u00e3o. O valor n\u00e3o foi pago, mas declarado e devidamente escriturado nos documentos legais apropriados.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Trata-se, de acordo com Toledo, de um risco ao pr\u00f3prio contribuinte. Isso porque, a partir do momento que ele assim procede, h\u00e1 a abertura de uma execu\u00e7\u00e3o fiscal autom\u00e1tica. Dessa forma, ele prev\u00ea, inclusive, uma mudan\u00e7a de comportamento negativa por parte dos empres\u00e1rios caso o recurso n\u00e3o seja conhecido na 1\u00aa Turma.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">&#8220;Aquele que efetivamente emitiu nota, cumpriu suas obriga\u00e7\u00f5es acess\u00f3rias, informou o Fisco quanto deve agora vai ser surpreendido, podendo at\u00e9 encaminhar para que o contribuinte pense que \u00e9 mais f\u00e1cil sonegar e n\u00e3o informar, do que informar e n\u00e3o ter como pagar, j\u00e1 que, nesse caso, poder\u00e1 ser preso. A\u00ed ele vai para a sonega\u00e7\u00e3o, que \u00e9 o pior dos mundos, claramente um crime.&#8221;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Desencorajamento a empreender<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Ao se juntar aos cr\u00edticos do entendimento que leva ao Direito Penal a d\u00edvida fiscal, o tributarista Rafael Figueiredo afirma, ainda, se tratar de um &#8220;equ\u00edvoco completo&#8221; que gera inseguran\u00e7a jur\u00eddica e afugenta investimentos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">&#8220;O crime de apropria\u00e7\u00e3o ind\u00e9bita n\u00e3o ocorre no caso, pois para a sua ocorr\u00eancia \u00e9 imprescind\u00edvel que o agente se aproprie de algo que n\u00e3o lhe pertence. O fato de o ICMS ser um tributo indireto que permite a repercuss\u00e3o econ\u00f4mica para o consumidor final, embutido no pre\u00e7o da mercadoria, n\u00e3o transforma o comerciante em detentor de um valor que n\u00e3o lhe pertence&#8221;, ressalta.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Segundo ele, quando o comerciante recebe o pre\u00e7o da mercadoria que vendeu, aquele valor \u00e9 dele por direito. &#8220;Note-se que o devedor do ICMS \u00e9 exclusivamente o comerciante. N\u00e3o se trata de uma d\u00edvida de terceiro que o comerciante ir\u00e1 pagar com recursos de outra pessoa que est\u00e3o em seu poder, como acontece nos casos de reten\u00e7\u00e3o de fonte, onde de fato pode ocorrer apropria\u00e7\u00e3o ind\u00e9bita&#8221;, aponta o advogado, concordando que a jurisprud\u00eancia \u00e9 pac\u00edfica no sentido de que o mero inadimplemento n\u00e3o justifica a responsabiliza\u00e7\u00e3o pessoal tribut\u00e1ria do s\u00f3cio da empresa.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">&#8220;Veja o absurdo: a mera inadimpl\u00eancia de tributo por uma empresa n\u00e3o permite que o Fisco cobre o cr\u00e9dito tribut\u00e1rio do patrim\u00f4nio pessoal do s\u00f3cio, mas permite que o s\u00f3cio seja preso por isso&#8221;, salienta Figueiredo. Como ele, o advogado Julio Morosky tamb\u00e9m aponta como um desest\u00edmulo econ\u00f4mico a persecu\u00e7\u00e3o penal nesses casos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">&#8220;O maior receio do investidor \u00e9 aplicar suas economias em uma atividade que se mostre invi\u00e1vel. Tornar-se devedor pelo insucesso da empresa \u00e9 o principal motivo que desencoraja o potencial empres\u00e1rio. Tornar crime o endividamento afastar\u00e1 ainda mais a ideia de empreender&#8221;, compara.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Ele acrescenta ainda que a falta de recolhimento de ICMS declarado pode se dar por in\u00fameras raz\u00f5es, desde a inger\u00eancia do neg\u00f3cio, m\u00e1 forma\u00e7\u00e3o do pre\u00e7o de venda ou do servi\u00e7o, instabilidade da economia, at\u00e9 a inten\u00e7\u00e3o de n\u00e3o pagar.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">RHC 163.334<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\"><strong>FONTE: Conjur &#8211; Por Ana Pompeu<\/strong><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>1\u00aa Turma do STF julgar\u00e1 nesta ter\u00e7a-feira se cabe pris\u00e3o [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"footnotes":"","_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false}}},"categories":[2],"tags":[],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/paFpWR-5W","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/bonettiassociados.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/368"}],"collection":[{"href":"https:\/\/bonettiassociados.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/bonettiassociados.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bonettiassociados.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bonettiassociados.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=368"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/bonettiassociados.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/368\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":369,"href":"https:\/\/bonettiassociados.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/368\/revisions\/369"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/bonettiassociados.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=368"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/bonettiassociados.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=368"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/bonettiassociados.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=368"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}