{"id":16916,"date":"2021-06-07T11:10:46","date_gmt":"2021-06-07T14:10:46","guid":{"rendered":"http:\/\/bonettiassociados.com.br\/?p=16916"},"modified":"2021-06-07T11:10:46","modified_gmt":"2021-06-07T14:10:46","slug":"icms-deve-ser-excluido-da-base-de-calculo-do-funrural-das-agroindustrias","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/bonettiassociados.com.br\/index.php\/2021\/06\/07\/icms-deve-ser-excluido-da-base-de-calculo-do-funrural-das-agroindustrias\/","title":{"rendered":"ICMS DEVE SER EXCLU\u00cdDO DA BASE DE C\u00c1LCULO DO FUNRURAL DAS AGROIND\u00daSTRIAS"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Foi recentemente publicado (em 20\/5\/2021) o ac\u00f3rd\u00e3o proferido pelo Plen\u00e1rio do STF no RE 1.187.264, que tratou da quest\u00e3o relativa \u00e0 exclus\u00e3o do ICMS da base de c\u00e1lculo da CPRB.<\/span><!--more--><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Foi recentemente publicado (em 20\/5\/2021) o ac\u00f3rd\u00e3o proferido pelo Plen\u00e1rio do STF no RE 1.187.264, que tratou da quest\u00e3o relativa \u00e0 exclus\u00e3o do ICMS da base de c\u00e1lculo da CPRB \u2014 Contribui\u00e7\u00e3o Previdenci\u00e1ria sobre a Receita Bruta. Na ocasi\u00e3o, vencidos os ministros Marco Aur\u00e9lio (relator original), Ricardo Lewandowski, C\u00e1rmen L\u00facia e Rosa Weber, a Corte decidiu pela legitimidade da exig\u00eancia da contribui\u00e7\u00e3o em quest\u00e3o com a inclus\u00e3o do ICMS na base de c\u00e1lculo.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Por ocasi\u00e3o do julgamento, feito em 24\/2\/2001, o resultado inicialmente causou certa perplexidade. Afinal, a pr\u00f3pria Corte havia fixado entendimento, no conhecido RE 574.706, no sentido de que o ICMS n\u00e3o pode ser inclu\u00eddo nas bases do PIS\/Cofins \u2014 tributos que, tal qual a CPRB, igualmente adotam a receita como base de c\u00e1lculo \u2014 tendo recentemente ratificado que o ICMS a excluir \u00e9 o destacado, afastando com isso qualquer discuss\u00e3o a esse respeito. O Superior Tribunal de Justi\u00e7a, de seu turno, tamb\u00e9m havia decidido em regime repetitivo pela exclus\u00e3o do ICMS da base de c\u00e1lculo da CPRB, justamente por entender aplic\u00e1vel o mesmo racioc\u00ednio adotado no RE 574.706 [1].<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Uma poss\u00edvel \u2014 mas que desde j\u00e1 se adianta inaplic\u00e1vel \u2014 decorr\u00eancia do julgado atinente \u00e0 CPRB poderia ser no sentido de que o ICMS poderia ser igualmente computado na base de c\u00e1lculo de outros tributos calculados sobre a receita bruta, como sucede com o Funrural devido pelas agroind\u00fastrias e regulado pelo artigo 22-A da Lei 8.212\/91, na reda\u00e7\u00e3o conferida pela Lei 10.256\/01.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Uma leitura atenta do ac\u00f3rd\u00e3o do RE 1.187.264, no entanto, conduz a entendimento distinto.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">De fato, o exame da quest\u00e3o passa pela aplica\u00e7\u00e3o da teoria de precedentes, que foi recebida e aprofundada pela atual legisla\u00e7\u00e3o processual civil. Conclu\u00eddo o julgamento sob o regime repetitivo, compete ao int\u00e9rprete extrair do ac\u00f3rd\u00e3o a sua efetiva raz\u00e3o (ou raz\u00f5es) de decidir. A ratio decidendi, na terminologia mais atualizada.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Ainda que o entendimento do Supremo Tribunal Federal venha cada vez mais se inclinando por rejeitar a transcend\u00eancia dos motivos determinantes [2] \u2014 que, grosso modo, implica tornar vinculantes as raz\u00f5es de decidir de determinada quest\u00e3o jur\u00eddica \u2014, o fato \u00e9 que, vinculante ou n\u00e3o, a ratio da decis\u00e3o servir\u00e1 de elemento essencial e decisivo na resolu\u00e7\u00e3o de lit\u00edgio cujo substrato f\u00e1tico-jur\u00eddico seja id\u00eantico ou ao menos semelhante. \u00c9 a partir da identifica\u00e7\u00e3o da ratio que ser\u00e1 vi\u00e1vel apurar a exist\u00eancia ou n\u00e3o do distinguishing (terminologia tamb\u00e9m atualmente utilizada) em determinado lit\u00edgio.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Em outras palavras, a identifica\u00e7\u00e3o dos fundamentos determinantes permitir\u00e1 identificar o grau de aproxima\u00e7\u00e3o entre o precedente j\u00e1 julgado e a quest\u00e3o que esteja para ser decidida.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Dentre os v\u00e1rios crit\u00e9rios propostos pela doutrina para identifica\u00e7\u00e3o da ratio e, consequentemente, que permite apurar se h\u00e1 ou n\u00e3o distinguishing com rela\u00e7\u00e3o a tema semelhante, tem destaque aquele que prop\u00f5e uma invers\u00e3o de interpreta\u00e7\u00e3o, sugerido por Jos\u00e9 Rog\u00e9rio Cruz e Tucci [3]. Recomenda o citado autor a invers\u00e3o do &#8220;teor do n\u00facleo decis\u00f3rio&#8221; e indaga &#8220;se a conclus\u00e3o permaneceria a mesma, se o juiz tivesse acolhido a regra invertida. Se a decis\u00e3o ficar mantida, ent\u00e3o a tese origin\u00e1ria n\u00e3o pode ser considerada ratio decidendi; caso contr\u00e1rio, a resposta ser\u00e1 positiva&#8221;.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">No caso, a raz\u00e3o (ratio) principal e decisiva pela qual a Suprema Corte, no RE 1.187.264 relativo \u00e0 CPRB, n\u00e3o aplicou o entendimento adotado no RE 574.706 pertinente ao PIS\/Cofins, \u00e9 claramente percept\u00edvel na leitura dos votos que foram declarados: sendo facultativa a ado\u00e7\u00e3o da CPRB, &#8220;n\u00e3o poderia a empresa aderir ao novo regime de contribui\u00e7\u00e3o por livre vontade e, ao mesmo tempo, querer se beneficiar de regras que n\u00e3o lhe sejam aplic\u00e1veis&#8221; (trecho do voto do ministro Alexandre de Moraes).<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Foi aduzido, ainda, dever-se &#8220;compreender que cabe a cada contribuinte verificar se recolher a CPRB, tal como prevista pelo legislador, com a inclus\u00e3o do ICMS em sua base de c\u00e1lculo, \u00e9, em poucas palavras, melhor ou pior do que recolher a contribui\u00e7\u00e3o sobre a folha, nos moldes do regime comum&#8221; (trecho do voto do ministro Dias Toffoli), reportando-se o voto, nesse ponto, a ac\u00f3rd\u00e3o de relatoria do ministro Gilmar Mendes em outro caso sobre o mesmo tema (RE 954.262 AgR), no qual pontuou que &#8220;n\u00e3o pode o contribuinte optar por regime tribut\u00e1rio mais favorecido e ao mesmo tempo combin\u00e1-lo com caracter\u00edsticas mais ben\u00e9ficas do regime geral de tributa\u00e7\u00e3o&#8221;.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Portanto, parece claro que o elemento decisivo que levou a Suprema Corte a adotar o entendimento de que o ICMS poderia ser computado na base de c\u00e1lculo da CPRB est\u00e1 no fato de que a ado\u00e7\u00e3o da receita bruta como base de c\u00e1lculo, ao inv\u00e9s do regime normal de tributa\u00e7\u00e3o sobre a folha de sal\u00e1rios, \u00e9 uma faculdade colocada \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o do contribuinte. Sendo uma faculdade, uma vez exercida a op\u00e7\u00e3o n\u00e3o poderia o contribuinte insurgir-se contra qualquer aspecto.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Trata-se de entendimento, inclusive, em conformidade com a posi\u00e7\u00e3o do Poder Judici\u00e1rio em outros temas que envolvem faculdades e\/ou op\u00e7\u00f5es exercidas pelo contribuinte.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">\u00c9 o que j\u00e1 decidiu o Supremo, por exemplo, com rela\u00e7\u00e3o ao regime do Simples [4] e tem o Superior Tribunal de Justi\u00e7a decidido com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 inclus\u00e3o ou n\u00e3o do ICMS nas bases de c\u00e1lculo do IRPJ\/CSL dos contribuintes sujeitos ao regime do lucro presumido (que tamb\u00e9m adota a receita como base), a partir do que se firmou o entendimento de que &#8220;n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel para a empresa alegar em ju\u00edzo que \u00e9 optante pelo lucro presumido para em seguida exigir as benesses a que teria direito no regime de lucro real, mesclando regimes de apura\u00e7\u00e3o&#8221; [5].<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Portanto, em mat\u00e9ria de regimes fiscais facultativos o entendimento predominante \u00e9 na linha de que, ao aderir, o contribuinte sujeita-se ao pacote completo, sem possibilidade de escolher a parte boa e impugnar o que considera parte ruim (salvo, evidentemente, com rela\u00e7\u00e3o a condi\u00e7\u00f5es ou requisitos que se mostrem nitidamente ilegais ou contr\u00e1rios ao texto constitucional, como sucede, exemplificativamente, com as cl\u00e1usulas de &#8220;confiss\u00e3o irretrat\u00e1vel&#8221; da d\u00edvida t\u00e3o comuns nos parcelamentos em geral [6]).<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Levando-se tudo isso em conta, com rela\u00e7\u00e3o ao Funrural devido pelas agroind\u00fastrias (salvo as que se dedicam \u00e0s atividades indicadas no \u00a7 4\u00ba do artigo 22A [7]) tem-se que o regime diferenciado de tributa\u00e7\u00e3o \u2014 receita ao inv\u00e9s da folha de sal\u00e1rios \u2014 \u00e9 obrigat\u00f3rio. N\u00e3o h\u00e1 op\u00e7\u00e3o ao contribuinte. Trata-se de imposi\u00e7\u00e3o. Logo, o distinguishing com rela\u00e7\u00e3o ao RE 1.187.264 relativo \u00e0 CPRB parece evidente porque, neste, a facultatividade foi elemento decisivo para afastar-se o entendimento adotado no RE 574.706, que sedimentou a posi\u00e7\u00e3o de que o ICMS, por n\u00e3o constituir receita do contribuinte, n\u00e3o pode compor a base de c\u00e1lculo de tributos que adotam como crit\u00e9rio material justamente o auferimento de receita, como \u00e9 o caso do PIS e da Cofins.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Adotado o crit\u00e9rio da invers\u00e3o antes referido, a conclus\u00e3o inclina-se no sentido de que o resultado adotado pelo STF poderia ter sido outro, isto \u00e9, no sentido da exclus\u00e3o do ICMS da base da CPRB, relativamente ao per\u00edodo em que o elemento facultatividade n\u00e3o esteve presente. Esse aspecto, essencial \u00e0 resolu\u00e7\u00e3o do lit\u00edgio, foi, inclusive, suscitado nos dois embargos de declara\u00e7\u00e3o opostos em face do ac\u00f3rd\u00e3o, de modo que mesmo a quest\u00e3o relativa \u00e0 exclus\u00e3o do ICMS da base da CPRB ainda aguarda defini\u00e7\u00e3o final, ao menos no que respeita ao per\u00edodo em que a exig\u00eancia era obrigat\u00f3ria.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Em conclus\u00e3o, n\u00e3o h\u00e1 raz\u00e3o para n\u00e3o acreditar que, com rela\u00e7\u00e3o ao Funrural das agroind\u00fastrias, aplicar-se-\u00e1 o mesmo entendimento adotado com rela\u00e7\u00e3o ao PIS\/Cofins no que respeita \u00e0 necess\u00e1ria exclus\u00e3o do ICMS de sua base de c\u00e1lculo.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">___________________________________________________________________<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">[1] RESP n\u00ba 1.624.297, ministro Regina Helena Costa, DJe 10\/04\/2019.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">[2] Dentre outros, Rcl 43736 AGR, ministro Dias Toffoli, DJe 20\/05\/2021; Rcl 38925 AgR,ministro Celso de Mello, DJe 11\/11\/2020; e Rcl 36983 AgR, ministro Edson Fachin\u00ba<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">[3] Precedente judicial como fonte do Direito. S\u00e3o Paulo, RT, 2004, p. 175.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">[4] Dentre outros, RE 1.009.816 AgR, ministro Roberto Barroso, DJe 12\/06\/2017.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">[5] RESP n\u00ba 1.774.732, ministro Herman Benjamin, DJe 19\/02\/2018. Esse tema est\u00e1 afetado para julgamento na 1\u00aa Se\u00e7\u00e3o: RESP\u00b4s ns. 1.767.631, 1.772.470 e 1.772.634.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">[6] J\u00e1 decidiu o Superior Tribunal de Justi\u00e7a, em regime repetitivo, que a confiss\u00e3o irretrat\u00e1vel n\u00e3o impede a rediscuss\u00e3o de aspectos jur\u00eddicos da obriga\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria (RESP n\u00ba 1.133.027, ministro Mauro Campbell Marques, DJe 13\/10\/2010).<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">[7] O disposto neste artigo n\u00e3o se aplica \u00e0s sociedades cooperativas e \u00e0s agroind\u00fastrias de piscicultura, carcinicultura, suinocultura e avicultura.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\"><strong>FONTE: Conjur &#8211; Por Lu\u00eds Henrique da Costa Pires<\/strong><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Foi recentemente publicado (em 20\/5\/2021) o ac\u00f3rd\u00e3o proferido pelo Plen\u00e1rio [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"footnotes":"","_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false}}},"categories":[2],"tags":[],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/paFpWR-4oQ","_links":{"self":[{"href":"http:\/\/bonettiassociados.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16916"}],"collection":[{"href":"http:\/\/bonettiassociados.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/bonettiassociados.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/bonettiassociados.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/bonettiassociados.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=16916"}],"version-history":[{"count":1,"href":"http:\/\/bonettiassociados.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16916\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":16917,"href":"http:\/\/bonettiassociados.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16916\/revisions\/16917"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/bonettiassociados.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=16916"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/bonettiassociados.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=16916"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/bonettiassociados.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=16916"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}