{"id":11081,"date":"2020-08-13T10:12:14","date_gmt":"2020-08-13T13:12:14","guid":{"rendered":"http:\/\/bonettiassociados.com.br\/?p=11081"},"modified":"2020-08-13T10:12:14","modified_gmt":"2020-08-13T13:12:14","slug":"decisao-do-stf-sobre-itbi-na-integralizacao-de-capital-tem-alcance-limitado","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/bonettiassociados.com.br\/index.php\/2020\/08\/13\/decisao-do-stf-sobre-itbi-na-integralizacao-de-capital-tem-alcance-limitado\/","title":{"rendered":"DECIS\u00c3O DO STF SOBRE ITBI NA INTEGRALIZA\u00c7\u00c3O DE CAPITAL TEM ALCANCE LIMITADO"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Encerrou-se no \u00faltimo dia 4, no plen\u00e1rio virtual do STF, o julgamento do RE 796.376\/SC (tema 376 da repercuss\u00e3o geral), versando sobre a incid\u00eancia de ITBI na integraliza\u00e7\u00e3o com im\u00f3veis do capital de sociedades.<\/span><!--more--><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Salvo raras exce\u00e7\u00f5es, como o preciso artigo de \u00c1lvaro Santos, parece-nos que o ac\u00f3rd\u00e3o tem sido supervalorizado quer por quem o festeja, quer por quem o lamenta. Diante disso, faz-se necess\u00e1rio relembrar o caso concreto e discernir (i) o que o Supremo \u2014 a nosso ver \u2014 deveria ter dito; (ii) o que ele efetivamente disse; e, sobretudo, (iii) o que ele n\u00e3o disse.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">O caso dos autos era o seguinte: os s\u00f3cios de uma empresa definiram que o seu capital seria de R$ 24 mil e o integralizaram com 17 im\u00f3veis que avaliaram em R$ 802.724,00, registrando a diferen\u00e7a (R$ 778.724,00) como reserva de capital.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Pois bem: a Constitui\u00e7\u00e3o prev\u00ea que o ITBI &#8220;n\u00e3o incide sobre a transmiss\u00e3o de bens ou direitos incorporados ao patrim\u00f4nio de pessoa jur\u00eddica em realiza\u00e7\u00e3o de capital, nem sobre a transmiss\u00e3o de bens ou direitos decorrente de fus\u00e3o, incorpora\u00e7\u00e3o, cis\u00e3o ou extin\u00e7\u00e3o de pessoa jur\u00eddica, salvo se, nesses casos, a atividade preponderante do adquirente for a compra e venda desses bens ou direitos, loca\u00e7\u00e3o de bens im\u00f3veis ou arrendamento mercantil&#8221; (artigo 156, par\u00e1grafo 2\u00ba, inciso II).<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Cuidando por ora da primeira parte do dispositivo \u2014 diretamente envolvida no debate da causa \u2014, o que se exige \u00e9 (a) que os im\u00f3veis sejam incorporados ao patrim\u00f4nio da empresa e (b) que esta esteja em realiza\u00e7\u00e3o de capital. Ora, as contas de reserva de capital comp\u00f5em o patrim\u00f4nio l\u00edquido da sociedade (Lei 6.404\/76, artigo 178, par\u00e1grafo 2\u00ba, inciso III), o que satisfaz o primeiro requisito. E, dentre outras grandezas que n\u00e3o interessam aqui, registram &#8220;a contribui\u00e7\u00e3o do subscritor de a\u00e7\u00f5es que ultrapassar o valor nominal&#8221; (idem, artigo 182, par\u00e1grafo 1\u00ba, al\u00ednea &#8220;a&#8221;), o que atende ao segundo.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Isso posto, e dado que mesmo o legislador \u2014 e, a fortiori, tamb\u00e9m o int\u00e9rprete \u2014 deve ater-se ao sentido t\u00e9cnico dos institutos de direito privado utilizados pela Constitui\u00e7\u00e3o para definir ou limitar compet\u00eancias tribut\u00e1rias (CTN, artigo 110), conclu\u00edmos com a m\u00e1xima v\u00eania que o Supremo deveria ter reconhecido a imunidade de forma irrestrita na esp\u00e9cie, na linha do voto do ministro Marco Aur\u00e9lio \u2014 que foi seguido pelos ministros Edson Fachin, Ricardo Lewandowski e C\u00e1rmen L\u00facia.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Cuidemos agora do que o STF disse. A chave \u00e9 a manifesta\u00e7\u00e3o do ministro Alexandre de Moraes, \u00fanico voto escrito da corrente majorit\u00e1ria \u2014 formada ainda pelos Ministros Gilmar Mendes, Luiz Fux, Rosa Weber, Dias Toffoli, Lu\u00eds Roberto Barroso e Celso de Mello. Em suma, procede S. Exa. a uma redu\u00e7\u00e3o sem\u00e2ntica do texto constitucional, afirmando que este limita a imunidade aos im\u00f3veis destinados \u00e0 imediata integraliza\u00e7\u00e3o do capital subscrito, quando \u2014 como se viu \u2014 o que se exige \u00e9 que eles sejam incorporados ao patrim\u00f4nio da empresa (que compreende as reservas de capital). Firmada essa duvidosa premissa, resulta autom\u00e1tica a conclus\u00e3o de que os im\u00f3veis \u2014 ou as parcelas do seu valor, quando se trate de um bem \u00fanico \u2014 registrados em reserva de capital t\u00eam &#8220;destina\u00e7\u00e3o [que] escapa da finalidade da norma&#8221;. Essa leitura restritiva parece justificar-se pela desconfian\u00e7a \u2014 cuja disseca\u00e7\u00e3o conduziria a mecanismos corriqueiros do Direito Societ\u00e1rio \u2014 quanto \u00e0s raz\u00f5es que levam um s\u00f3cio a pagar por uma a\u00e7\u00e3o muito mais do que o seu valor nominal.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Mas nem tudo s\u00e3o m\u00e1s not\u00edcias para os contribuintes. Em lance inesperado, o voto ligou as restri\u00e7\u00f5es impostas pela parte final do dispositivo \u2014 &#8220;salvo se, nesses casos, a atividade preponderante do adquirente for a compra e venda desses bens ou direitos, loca\u00e7\u00e3o de bens im\u00f3veis ou arrendamento mercantil&#8221; \u2014 apenas \u00e0s transmiss\u00f5es decorrentes fus\u00e3o, incorpora\u00e7\u00e3o, cis\u00e3o ou extin\u00e7\u00e3o de pessoa jur\u00eddica, afirmando ser &#8220;incondicionada&#8221; a imunidade dos im\u00f3veis entregues em subscri\u00e7\u00e3o de capital, qualquer que seja a atividade da empresa destinat\u00e1ria. Embora isso n\u00e3o esteja expresso, o que se tem \u00e9 a declara\u00e7\u00e3o de inconstitucionalidade sem redu\u00e7\u00e3o de texto do caput do artigo 37 do CTN, para determinar que este n\u00e3o se aplica \u00e0 hip\u00f3tese do inciso I do artigo 361.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Passemos, enfim, ao que o Supremo n\u00e3o disse. O caso tratava da diferen\u00e7a entre o valor atribu\u00eddo aos im\u00f3veis pelo contribuinte \u2014 que pode ser tanto o hist\u00f3rico (de imposto de renda) quanto o atualizado (de mercado) \u2014 e o valor das cotas ou a\u00e7\u00f5es com eles integralizadas. N\u00e3o tratava, ao contr\u00e1rio do que pretendem alguns, da diferen\u00e7a entre o valor cadastral (valor venal para fins tribut\u00e1rios, definido pelo Munic\u00edpio) e o valor hist\u00f3rico dos im\u00f3veis, quando o contribuinte adota este \u00faltimo e com ele integraliza cotas ou a\u00e7\u00f5es de id\u00eantica express\u00e3o nominal.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Como se v\u00ea, s\u00e3o situa\u00e7\u00f5es distintas, que comparam fatores distintos: valor do im\u00f3vel x valor das cotas\/a\u00e7\u00f5es na primeira hip\u00f3tese; valor cadastral do im\u00f3vel x valor hist\u00f3rico do im\u00f3vel na segunda. A pretens\u00e3o ao ITBI neste \u00faltimo caso, al\u00e9m de n\u00e3o ter sido discutida no ac\u00f3rd\u00e3o \u2014 que fala sempre em excesso de valor dos im\u00f3veis sobre o do capital a ser integralizado, com a consequente forma\u00e7\u00e3o de reserva na contabilidade da empresa destinat\u00e1ria \u2014, contraria a federa\u00e7\u00e3o, como demonstramos em coluna anterior, da qual adaptamos os trechos a seguir.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Segundo o artigo 23 da Lei 9.249\/95, &#8220;as pessoas f\u00edsicas poder\u00e3o transferir a pessoas jur\u00eddicas, a t\u00edtulo de integraliza\u00e7\u00e3o de capital, bens e direitos pelo valor constante da respectiva declara\u00e7\u00e3o de bens ou pelo valor de mercado&#8221; (caput). Segue a lei: &#8220;se a entrega for feita pelo valor constante da declara\u00e7\u00e3o de bens, as pessoas f\u00edsicas dever\u00e3o lan\u00e7ar nesta declara\u00e7\u00e3o as a\u00e7\u00f5es ou quotas subscritas pelo mesmo valor dos bens ou direitos transferidos&#8221; (par\u00e1grafo 1\u00ba). Por outro lado, &#8220;se a transfer\u00eancia n\u00e3o se fizer pelo valor constante da declara\u00e7\u00e3o de bens, a diferen\u00e7a a maior ser\u00e1 tribut\u00e1vel como ganho de capital&#8221; (par\u00e1grafo 2\u00ba).<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Ao ver de alguns munic\u00edpios, a parcela correspondente ao ganho de capital que deixou de ser auferido (e submetido ao IRPF) na hip\u00f3tese do par\u00e1grafo 1\u00ba sofrer\u00e1 a incid\u00eancia do ITBI. Olhando mais de perto, percebe-se que se est\u00e1 diante de um falso problema, pois \u2014 ao contr\u00e1rio do que ocorre na situa\u00e7\u00e3o decidida pelo STF, onde h\u00e1 efetiva diferen\u00e7a entre o valor dos im\u00f3veis e o das cotas ou a\u00e7\u00f5es \u2014, na hip\u00f3tese do par\u00e1grafo 1\u00ba h\u00e1 identidade tanto (i) entre o valor de declara\u00e7\u00e3o dos im\u00f3veis e o valor de face das a\u00e7\u00f5es ou quotas emitidas, quanto (ii) entre o valor de mercado dos im\u00f3veis e o valor de mercado das a\u00e7\u00f5es ou quotas com eles integralizadas.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Claro, assim, que a controv\u00e9rsia decorre de um elemento alheio \u00e0 tributa\u00e7\u00e3o municipal. Os munic\u00edpios se utilizam de um benef\u00edcio concedido pela Uni\u00e3o e pretendem dele extrair alguma vantagem, sem que nada em sua esfera jur\u00eddica tenha sido afetado. De fato, se a integraliza\u00e7\u00e3o ocorresse pelo valor de mercado, tudo o que se teria seria a incid\u00eancia imediata do imposto de renda sobre o ganho de capital, sem o nascimento de qualquer dever de ITBI. Por que raz\u00e3o a integraliza\u00e7\u00e3o por um valor menor (e contra cotas ou a\u00e7\u00f5es com um valor de face tamb\u00e9m menor) deveria atrair a incid\u00eancia do imposto municipal? Em suma, a transfer\u00eancia dos im\u00f3veis e a emiss\u00e3o das cotas ou a\u00e7\u00f5es se fazem pelo valor hist\u00f3rico unicamente por economia de imposto de renda, com pleno conhecimento e mesmo sob o est\u00edmulo da Uni\u00e3o. N\u00e3o h\u00e1 perda de ITBI que justifique uma rea\u00e7\u00e3o dos Fiscos municipais, mas sim o oportunismo de se apropriar de incentivo outorgado por um terceiro (a Uni\u00e3o) a outro (o contribuinte).<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Embora em outro contexto, a tributa\u00e7\u00e3o por um ente pol\u00edtico de benef\u00edcio fiscal concedido por outro j\u00e1 foi analisada pelo STJ. No EREsp. 1.517.492\/PR (1\u00aa Se\u00e7\u00e3o, Relatora para o ac\u00f3rd\u00e3o ministra Regina Helena Costa, DJe 01.02.2018), em que afastou a incid\u00eancia de IRPJ e CSLL sobre cr\u00e9ditos presumidos de ICMS (subven\u00e7\u00f5es para investimento), a Corte deixou claro que a pretens\u00e3o fiscal ali analisada equivaleria \u00e0 &#8220;possibilidade de a Uni\u00e3o retirar, por via obl\u00edqua, o incentivo fiscal que o Estado-membro, no exerc\u00edcio de sua compet\u00eancia tribut\u00e1ria, outorgou&#8221;, aniquilando &#8220;instrumento leg\u00edtimo de pol\u00edtica fiscal para materializa\u00e7\u00e3o da autonomia consagrada no modelo federativo&#8221;. Segue a ementa assinalando que &#8220;a tributa\u00e7\u00e3o pela Uni\u00e3o de valores correspondentes a incentivo fiscal estimula competi\u00e7\u00e3o indireta com o Estado-membro, em desapre\u00e7o \u00e0 coopera\u00e7\u00e3o e \u00e0 igualdade, pedras de toque da Federa\u00e7\u00e3o&#8221;.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Ora, se a Uni\u00e3o n\u00e3o pode passar por cima de lei estadual para tributar benef\u00edcio concedido por Estado-membro, por que motivo poderia o munic\u00edpio apequenar imunidade constitucional para tributar isen\u00e7\u00e3o \u2014 na verdade, um simples diferimento, pois o ganho de capital ser\u00e1 tributado na futura aliena\u00e7\u00e3o das cotas ou a\u00e7\u00f5es integralizadas com im\u00f3veis \u2014 outorgada por lei federal?<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Em conclus\u00e3o, o recente ac\u00f3rd\u00e3o do STF parece-nos, com o m\u00e1ximo respeito, merecedor de cr\u00edticas, mas nem de longe referenda a exig\u00eancia de ITBI sobre a diferen\u00e7a entre o pre\u00e7o de mercado (ou o valor cadastral) do im\u00f3vel e o seu custo hist\u00f3rico, quando este \u00faltimo tenha sido adotado pelo contribuinte para integralizar cotas ou a\u00e7\u00f5es de igual valor de face.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">____________________________________________________________________<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">1 \u201cArt. 36. Ressalvado o disposto no artigo seguinte, o imposto n\u00e3o incide sobre a transmiss\u00e3o dos bens ou direitos referidos no artigo anterior:<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">I \u2013 quando efetuada para sua incorpora\u00e7\u00e3o ao patrim\u00f4nio de pessoa jur\u00eddica em pagamento de capital nela subscrito;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">II \u2013 quando decorrente da incorpora\u00e7\u00e3o ou da fus\u00e3o de uma pessoa jur\u00eddica por outra ou com outra.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">(&#8230;)<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Art. 37. O disposto no artigo anterior n\u00e3o se aplica quando a pessoa jur\u00eddica adquirente tenha como atividade preponderante a venda ou loca\u00e7\u00e3o de propriedade imobili\u00e1ria ou a cess\u00e3o de direitos relativos \u00e0 sua aquisi\u00e7\u00e3o. (&#8230;)\u201d<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\"><strong>FONTE: Conjur &#8212; Por Igor Mauler Santiago<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Encerrou-se no \u00faltimo dia 4, no plen\u00e1rio virtual do STF, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"footnotes":"","_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false}}},"categories":[2],"tags":[],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/paFpWR-2SJ","_links":{"self":[{"href":"http:\/\/bonettiassociados.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11081"}],"collection":[{"href":"http:\/\/bonettiassociados.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/bonettiassociados.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/bonettiassociados.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/bonettiassociados.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11081"}],"version-history":[{"count":2,"href":"http:\/\/bonettiassociados.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11081\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":11083,"href":"http:\/\/bonettiassociados.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11081\/revisions\/11083"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/bonettiassociados.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11081"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/bonettiassociados.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11081"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/bonettiassociados.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11081"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}